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sexta-feira, outubro 26, 2012

#Apagão > Acendam suas mentes. Onde está a tolerância?




Redes Sociais, palco de uma guerra quase sem fim. De uma lado: a “hashtag” #VivaoNordeste, do outro: a intolerante e abusiva Xenofobia.





De tempos em tempos, nas globalizadas redes sociais, surgem em meio a tantas postagens, um assunto que é gerador de uma polêmica discussão, onde o ponto central de tamanha discórdia deixa de ser o ator principal, perdendo seu foco e passando apenas a ser um mero coadjuvante ou estopim da tempestade de insultos e provocações. O foco de tal tempestiva falácia é o de sempre, o preconceito, tal motor, movido pelo ardor de explosivas mensagens ofensivas, antes só visto por parte de alguns internautas das regiões abaixo do Nordeste, hoje também vistas como farpas trocadas de ambas as partes. De um lado os defensores do #VivaoNordeste ou #OrgulhodeserNordestino, do outro lado, a intolerância xenofóbica de alguns internautas, mascarados e atocaiados em seus avatares, esperando o momento da trollagem, para encher as timelines com seus motivados pensamentos separatistas, não menos obscuro é a sua real e cruel essência neonazista, configurando quase que como a Guerra de Secessão, onde muitos, que como soldados, partem para ataques, seja pessoal ou colegiado, este episódio só se diferencia do Real Conflito de 1861 apenas pelas armas e palco hoje apresentados. Será que o dormente Brasil acordará diante do acontecido já fato real e não mais virtual?
Quando o equilíbrio de tais forças chegar e o assunto não ficar mais enterrado, a intolerância se fará presente, e mediará essa inflamada discussão, então, o confronto iminente chegará, sem freio ou rédeas, e já alimentadas com o combustível de toda ou qualquer guerra, o Ódio, este que é a força que se move sem motivação e que se auto alimenta, como indulto de um homem sem fé em si mesmo.


É Assustador! Mas é real. O Fim do mundo não se dará por uma catástrofe, mas sim, pela ação do homem pelo homem.



 

[fonte: www.folhape.com.br

Findo-Me

sábado, outubro 06, 2012

A “politicagem” se faz pela mediocridade decisória de um povo.





Não sei dizer se o que tenho lido ou assistido por aí seja confortador para o futuro de nossos políticos, a grande verdade, se é que posso dizer assim, é que o povo tem demostrado nas redes-sociais, sejam elas virtuais ou não, um descontentamento e descrédito pela imagem ou proposta que venha ser apresentada, por melhor ou verdadeira que seja. Em alguns casos é feita uma associação a este ou aquele candidato a cargo público, como a de quem não quer nada com a vida (um vagabundo oportunista), de alguém com um único propósito, extrair recursos públicos para uso e benefícios pessoais, o que não é para tanto, pois não podemos generalizar (em um cesto de maçãs mesmo havendo alguma podre, nem todas apodreceram, ainda), considerando que estes escolhidos saíram deste mesmo povo que o criticam.

Essas reações já eram de se esperar, haja visto, o perfil de muitos candidatos quando não possuem qualquer preparação para ocupar tais cargos, são mal intencionados, nos restando apenas uma parcela mínima em condições de trazer essa mudanças a tona, que logo será voto vencido ou silenciada.

O mais engraçado de tudo isso, é que: “muito se critica, mas, pouco se constrói”, a sociedade tem que entender, que o mal não está nas esferas públicas, nos cargos, nos “.org”, está em cada um de nós, essa mudança só será concretizada, quando cada um fizer a sua parte sem cobrar nada por isso, é o doar sem interessar a quem ou a que, o nosso maior erro está em esperar dos outros, o “quê” que não virá, quando a ação é dependente de quem as rédeas tomar primeiro, então deixemos de falar e comecemos a agir, vamos sair dessa nossa “zona de conforto” e adotar uma postura mais proativa.

Se não gosta do que vê, vá lá e mude, faça melhor. O papel do crítico é bastante importante, mas, estamos precisando é de atores em cena, para melhorar o cenário atual.

O resultado só vem das ações, não das teorias.











Findo-Me