Páginas

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Então! Dar-se início a eterna batalha educativa...



Ih! As aulas já vão começar...


Ecoa a frase em distintas semânticas, vocalizadas em meio a personagens de encenada trama.
 
Não mais vemos o mesmo entusiasmo outrora evocado.
 
Sinto a brisa do desânimo dos aprendizes, por ver seus mestres abatidos ante tamanha jornada, mutilados pela espada do monstro inflacionário, envergonhando o diminuto erário e mantenedora funcionalidade.
 
Sinto o odor do escarnio vindo dos bolsos e bolsas de progenitora família, diante do vultuoso custo dos ainda crescentes materiais escolares.

 
 
A educação é para todos, Ao menos, aos que podem manter. Essa diminuta parcela tem o direito, ainda que desvalorizado, de estudar. Enquanto a grande, parcela durante todo ano, longas e intermináveis partidas de um em doze vezes disto e aquilo...
 
Até quando “O DIREITO AO ENSINO DE QUALIDADE” estará entregue nas mãos da sonhadora utopia?
 
Vejo vendidos ludibriados, a sonhadora e indecorosa proposta editorial, que mais parecem empresas de crédito e cobranças, que multiplicadoras do conhecimento escrito.
 
Os lampejos de sabedoria não esmorecem, por mais dolorosa e desprovida seja a realidade, ainda erguem suas flageladas bandeiras, em meio a mulas “envizeiradas”, que preguiçosamente teimam em não romper a linha da ZONA de seu medíocre conforto.
 
Dedico a vivenciada presença da verdadeira maestria do plantador de conhecimentos.


 
 


















Aos meus mestres com muito carinho.

Findo-me