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sábado, outubro 22, 2011

Liberdade para todos, Software Livre (SL), Pensamento Livre, Ideia Livre, Homem Livre, Mundo Livre...



O conceito de livre em softwares como o GNU/Linux se dá, quando são respeitados seus quatro princípios de liberdade fundamentais:

Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito
Liberdade 1: A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.
Liberdade 2: A liberdade de redistribuir, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.
Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.
[Free Software Foundation: http://www.fsf.org/]

Estes são vistos como direitos e deveres principais de toda distribuição direta ou derivada de produtos com esse propósito.



A princípio havia uma resistência em aceitar tanta liberdade, por isso fora desacreditado por muitos usuários que o vira com desconfiança e preconceito (achando que não iria dar certo), mas, a medida em que o SL fora amadurecendo e ganhando mais adeptos, seu perfil foi tomando novos olhares condescendentes, e então, fora desmistificado a imagem de complicado e incipiente,  tornando-o hoje um dos softwares mais seguros e baixados por internautas. Claro! Sua interface tornou-se mais amigável, o que facilitou seu uso por pessoas com pouco entendimento em informática, conquistando inclusive fieis usuários do x-Windows (seu maior concorrente) onde detinha quase toda fatia do mercado de computadores pessoais (na época). Acredito, que não obstante, muito mais empresas (publica/privadas) irão aderir a este confiável, completo e seguro recurso tecnológico (GRÁTIS), é engraçado, pois já ouvi muito na vida uma frase que dizia assim: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia!”, no nosso caso substituímos o “...a esmola é demais,...” por “...o software é de graça,...”, mas, hoje vemos que essa realidade distorceu o ditado popular, até então, visto como uma verdade na boca de muitos.

É Sr. Linus! A simpática imagem gorducha e satisfeita do pinguim deu certo de verdade, e vem conquistando muito mais usuários, o “Kernel” do GNU possui várias roupagens, ou “Distro”, como muitos internautas gostam de chamar.




Graças a Filosofia do SL, hoje eu sou seguidor e defensor, não apenas do uso de produtos livre de licença, mas, também, do pensamento livre e da ideia livre, pois, acredito que a humanidade tem o direito de ter acesso e a mudar (para melhor) o mundo em que vivemos, sem precisar pedir licença para isso a ninguém. Compartilho minhas ideias com todos, mas, assim como alguns pensadores dessa mesma liberdade, apenas peço que seja citado o meu nome, por menor que seja minha participação no projeto.

Como no post anterior onde apresentei a evolução linear do Windows, apresento aqui a “pluri-evolução” do Projeto GNU/Linux, sua árvore e “distros”: [Fonte:
Wikipedia.org]




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