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quinta-feira, agosto 25, 2011

Pior cego é o de espírito, pois, não enxerga nem a si mesmo, pra isso, levo comigo os olhos humildes da alma.




Eis mais um trabalho de prototipação realizado com nossa equipe de criadores, apelidado de: “Olho de Thundera”, uma alusão ao desenho dos Thundercats, onde uma espada daria ao seu usuário a visão além do alcance...



No trabalho apresentado, procuramos atender a usuários especiais que apresentam a falta de visão, neste, existe a necessidade de uma pequena intervenção cirúrgica, fazendo uso da nanotecnologia. Seria algo como um implante robótico (nano chip) em uma, ou em ambas, órbitas oculares, onde o mesmo estaria conectado aos nervos óticos, o implante funcionaria como receptor e emissor, receberia sinais de vindos outro equipamento (que irei falar aqui também) e os enviaria como pulsos nervosos (sinais que só o nosso cérebro entende) ao cérebro, fazendo com que, ao receber tais pulsos, os decodificassem gerando uma imagem.



Parece ficção científica...? Mas, isso não é nenhuma novidade nos dias atuais, os implantes já fazem parte da vida de muitas pessoas, existem implantes robóticos que atendem necessidades específicas, ajudando no funcionamento de outros órgãos do corpo humano, como: ouvidos com os implantes auditivos, e temos também, o mais conhecido e antigo de todos, o “Marca-passo cardíaco”.

A proposta para nosso produto seria de atender uma fatia considerada da sociedade com necessidades especiais, uma das grandes necessidades que o ser humano tem em se socializar com o mundo, a visão.



Este implante seria uma parte do produto, pois ele trabalharia em conjunto com um equipamento que seria o substituto do tão antigo e marcante símbolo desta necessidade especial, a bengala de cego, ele teria "mais-ou-menos", a forma de um controle remoto pequeno, a funcionalidade deste aparelho seria a de emitir e receber sinais, ou seja: ele faria uso da técnica mais conhecida da natureza, vinda de um animal, ao qual, não precisa de nenhuma luz para se guiar no espaço. Sim!!! Usaria o sonar como o dos morcegos. Este aparelhinho emitiria um sonar e o receberia de volta, tratando esses sons e os enviando através de outro canal com um sinal específico para o implante dos olhos, que por sua vez, trataria de enviar como impulsos nervosos ao cérebro, onde o mesmo montaria a imagem como fora vista pelo sonar. Simples assim! Rsrsrs...

Imagem fictícia de implante 1

Imagem fictícia de implante 2

Imagem fictícia de um exemplo de um sonar manual 1

Imagem fictícia de um exemplo de um sonar manual 2

Imagem fictícia de um exemplo de um sonar manual 3


Imagino um mundo com pessoas com dons especiais, vendo-o com uma ótica diferente, porém, com as mesmas riquezas de detalhes que qualquer outro ser vivente teria (ou ainda mais).

Findo-me!