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domingo, julho 03, 2011

Casamento real e indissolúvel.

Prezados.

Senhor(es) e Senhora(s).

Parabéns pelas Bodas!

Seria de Jequitibá??? “Não me convidaram, pra esta festa nobre...”
 
 O casamento da Política (ingênua e rica mulher) com o Corrupto(s) está se tornando uma união cada dia mais estável. Esse golpe do baú tem dado certo desde a época do Império. Enquanto os vassalos vivem sua vida apenas de mexericos sobre a alcova desse casal, a cada quatro anos são renovados alguns votos e adentram novos amantes (ex-mexeriqueiro, atual alcoviteiro).








Nada anormal em um País cuja cultura vangloria o ingênuo simbolismo do “Bom Malandro”, quem não é ou não quer ser, só pode ser Otário...

Como hipócritas, somos levianamente mentirosos, criticamos e xingamos “O Esperto” por ter levado vantagem sobre alguém, quando na verdade o vemos como inteligente. O ludibriado só o resta a medalha de “Otário”. “De Esperto e Otário todo mundo tem um pouco”, “um dia da caça e o outro é dia de descanso...”.

“O homem é o lobo do homem”, eis aí uma verdade...















Enquanto imediatista formos, canibais e destruidores de nossa própria raça seremos. Evoluídos? Ainda não! O individualismo, sobressai-se ao coletivismo. Quantos inertes saem da letargia coletiva só para atender a seus interesses...?

Com pensamentos anarquistas, jovens cantavam:
Anos 60: “Caminhando e cantando e seguindo a canção”
Anos 80: “Até quando esperar a plebe ajoelhar... Esperando a ajuda de Deus...”.
No século 21: Ouço o som do mar... “Mudo Brasil...”






Se não concorda... Grite!

Não se cale mais...